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sábado, 5 de julho de 2014

A ESCOLHA É SUA



Você pode curtir ser quem você é, ou viver infeliz por não ser quem você gostaria.
Você pode se divertir, brincar, cantar, dançar, ou dizer em tom amargo que já passou da idade ou que essas coisas são fúteis e não ficam bem para pessoas sérias e bem situadas como você.
Você pode assumir sua individualidade, ou reprimir seus talentos e fantasias, tentando ser o que os outros gostariam que você fosse.
Você pode amar e deixar-se amar de maneira incondicional, ou ficar se lamentando pela falta de gente à sua volta.
Você pode deixar tudo como está para ver como é que fica, ou, com paciência e trabalho, realizar as mudanças necessárias na sua vida e no mundo à sua volta.
Você pode deixar que o medo de perder paralise seus planos, ou partir para a ação com o pouco que tem e muita vontade de ganhar.
Você pode amaldiçoar sua sorte, ou encarar a situação como uma grande oportunidade de crescimento que a vida lhe oferece.
Você pode mentir para si mesmo, achando desculpas e culpados para todas as suas insatisfações, ou encarar a verdade de que, no fim das contas, sempre você é quem decide o tipo de vida que quer levar.
Você pode escolher o seu destino por meio de ações concretas e caminhar firme em direção a ele, ou continuar acreditando que ele já estava escrito nas estrelas e nada mais lhe resta fazer senão sofrer.
Você pode viver o presente que a vida lhe dá, ou ficar preso a um passado que já acabou ou a um futuro que ainda não veio, e que, portanto, não lhe permite fazer nada.
Você pode continuar escravo da preguiça, ou comprometer-se com você mesmo e tomar atitudes necessárias para concretizar o seu plano de vida.
Você pode ser feliz com a vida como ela é, ou passar todo o tempo se lamentando pelo que ela não é.
A escolha é sua. E o importante é que você sempre tem escolha.
Pondere bastante ao se decidir, pois é você que vai carregar – sozinho e sempre – o peso das escolhas que fizer.
(autor desconhecido)

Não podemos escolher o que a vida vai colocar à nossa frente, mas podemos escolher como agir diante do que ela nos apresenta. 

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sexta-feira, 4 de julho de 2014

A PORTA ESTREITA



“Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela; e porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem.” (Jesus, em Mateus 7.14)

Faça uma revisão da sua caminhada.
O caminho estreito (do Evangelho) se faz dentro do caminho largo (do mundo), só que na direção oposta.
Seu temperamento natural é o caminho largo, mas você escolhe o caminho estreito e vai na direção oposta.
Seus desejos naturais são o caminho largo, mas você escolhe o caminho estreito e procura fazer a vontade de Deus, mesmo contra a sua.
Suas opiniões são o caminho largo, mas você escolhe o caminho estreito e submete suas opiniões às instruções de Deus na Sua Palavra.
Seus projetos são o caminho largo, mas você escolhe o caminho estreito e realiza seus projetos com a cruz de Cristo nas costas.
Então, convide o Espírito Santo para reavivar a sua vida, sabendo que reavivamento espiritual não é um jeito de adorar, não é um espetáculo, mas um desejo forte e feliz de viver pelo Espírito Santo em todos os momentos da vida, não só nos de culto.
Quando entramos pela porta estreita do Evangelho, podemos saber que o Espírito Santo nos levou até lá.
Jesus nos convida a entrar pela porta estreita.
E é para lá que nós vamos.

Israel Belo de Azevedo


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quinta-feira, 3 de julho de 2014

A Memorização das Escrituras – Parte 3


Andy Davis é um amigo que pastoreia a Primeira Igreja Batista de Durhan, NC. Andy empenhou sua vida no esforço e encorajamento de outros, a fim de engajarem-se na tarefa de memorização de passagens extensas da Escritura. Ele contribuiu com um capítulo sobre exatamente este assunto no livro que editei, “Dear Timothy” (Amado Timóteo, Editora Fiel). A seguir, estão seus argumentos em favor da memorização de capítulos e livros inteiros da Bíblia:

1. Isto honra o testemunho que as Escrituras dão sobre si mesmas

“Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça” (II Timóteo 3.16)

“Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus” (Mateus 4.4).

Deus não desperdiça o seu sopro, pois não há palavras supérfluas nas Escrituras. E você descobrirá que alguns de seus momentos mais poderosos de convicção, discernimento e encorajamento virão de textos inesperados da Bíblia.

2. Uma vez que boa parte da Bíblia é escrita como um fluxo de pensamento, com o autor expondo alguns pontos gerais, de argumentação lógica, memorizar a passagem inteira possibilita um entendimento maior da ideia central.
Você não irá perder a floresta pelas árvores. E nem as árvores pela floresta. Todo o livro de Hebreus soará como uma única sinfonia da verdade, e cada verso individualmente na sequência de ideias tocará suas próprias notas com uma nova claridade. Este benefício da “floresta e das árvores” [ou seja, abrangendo o todo e suas partes] também irá ajudá-lo a construir uma teologia bíblica completa, sem defeitos, e sistemática, ao mesmo tempo em que lhe dará entendimento, capacidade para pregar e ensinar versículos, individualmente, da forma adequada.

3. Você estará menos propenso a usar versículos fora de seu contexto, como resultado da memorização de todo o livro.
Um dos argumentos mais comuns usados pelas pessoas que se opõem a você em uma discussão doutrinária é: “Você está tirando isto do contexto!” Um trabalho cuidadoso no livro todo irá ajudá-lo a evitar este tipo de erro.

4. Sua alegria continuará aumentando, assim como sua reverência à miraculosa infinidade da verdade nas Escrituras, conforme você descobre novas verdades dia após dia, mês após mês.
A disciplina de memorizar livros inteiros irá levá-lo a territórios nunca antes desbravados, e, uma vez que “toda a Escritura é inspirada por Deus e útil…” (II Tim. 3.16), você receberá benefícios desta jornada de descobrimento.

Thomas K. Ascol

12 de Julho de 2008 - Vida Cristã

quarta-feira, 2 de julho de 2014

A Memorização das Escrituras – Parte 2


1. Memorizar a Palavra de Deus nos ajuda a viver com mais fidelidade à vida cristã
No Salmo 119, verso 11, Davi ora:

“Guardo no coração as tuas palavras, para não pecar contra ti.”

Ao “guardar” a Palavra de Deus em seu coração, você estará bem equipado para lutar em sua batalha diária contra o pecado.
O sábio Salomão nos fala assim:

“Inclina o ouvido, e ouve as palavras dos sábios, e aplica o coração ao meu conhecimento. Porque é coisa agradável os guardares no teu coração e os aplicares todos aos teus lábios. Para que a tua confiança esteja no Senhor, quero dar-te hoje a instrução, a ti mesmo.” (Prov. 22.17-19)

Guardar as palavras do Senhor nos ajudará a colocar nossa confiança Nele. Esta disciplina nos auxiliará na luta pela fé. Isto é claramente demonstrado pelo próprio Senhor Jesus, durante as tentações no deserto, descritas em Mateus 4.1-11. Ele foi capaz de resistir aos assaltos do diabo recitando a Escritura de cor.

2. Memorizar a Escritura nos ajuda a testemunhar
Quando Pedro teve a oportunidade inesperada de pregar durante o Pentecostes, ele o fez citando versículos do Antigo Testamento (Atos 2). Ele não possuía um pergaminho para ler e precisou comunicar-se a partir daquilo que havia memorizado. Não é de admirar que Pedro tenha escrito:

“Estando sempre preparados para responder a todo aquele que vos pedir razão da esperança que há em vós.” (I Pedro 3.15)

A Palavra de Deus é a espada do Espírito (Ef. 6.17). Para empunharmos esta espada de maneira efetiva, precisamos tê-la prontamente disponível em nossa mente. A memorização das Escrituras torna isso possível.

3. Memorizar a Escritura auxilia na meditação
O Senhor nos recomenda a meditação como uma valiosa disciplina espiritual. Esta será auxiliada e encorajada, se a memorização da Escritura tornar-se habitual em nossa vida. O salmista diz:

“Quanto amo a tua lei! É a minha meditação, todo o dia!” (Sl. 119.97)

Além disso, o livro de Salmos começa com estas palavras:

“Bem-aventurado o homem que não anda no conselho dos ímpios, não se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. Antes, o seu prazer está na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e de noite. Ele é como árvore plantada junto a corrente de águas, que, no devido tempo, dá o seu fruto, e cuja folhagem não murcha; e tudo quanto ele faz será bem sucedido” (Sl. 1.1-3)

O Senhor fez uma referência semelhante para Josué, antes que ele conduzisse o povo à Terra Prometida:

“Não cesses de falar deste Livro da Lei; antes, medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer segundo tudo quanto nele está escrito; então, farás prosperar o teu caminho e serás bem-sucedido.” (Js. 1.8)

A probabilidade de meditarmos na Palavra de Deus será muito maior, se tivermos porções dela na memória e prontamente disponíveis em nossa mente e coração.

Thomas K. Ascol
12 de Julho de 2008 - Vida Cristã

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terça-feira, 1 de julho de 2014

A Memorização das Escrituras


A memorização das Escrituras parece uma tarefa desanimadora para muitos de nós. Por quê? Para alguns de nós, a memória já não é tão boa como costumava ser ou, pelo menos, como lembramos que era! “Tenho uma memória ruim” é uma expressão muito usada para nos justificarmos, quando nem mesmo tentamos memorizar a Palavra de Deus.
Outros simplesmente nunca tentaram decorar as Escrituras. Como qualquer outra tarefa que nunca foi executada, temor e incerteza podem inibir uma primeira tentativa. Outros que já superaram esse temor, ainda assim, caminham com dificuldade, sem saber por onde começar e como fazer para decorar versículos bíblicos.
Quando comecei a pregar em I Pedro, aos domingos pela manhã, pedi à congregação que memorizasse aquela epístola. Mesmo aqueles que têm memorizado as Escrituras durante muitos anos, nunca decoraram um livro inteiro de uma só vez. Meditar em 1 Pedro, nos domingos pela manhã, pareceu-nos uma grande oportunidade de tentarmos memorizar todo o livro. Um membro comentou: “Fico feliz que o pastor Tom não nos pediu isso quando começou a pregar em Jeremias!” Este seria um bom livro para colocarmos no topo de nossa lista de livros da Bíblia para decorar! Mas I Pedro tem apenas 105 versículos. Se aprendermos aproximadamente três versículos por semana, teremos memorizado o livro todo em pouco mais de oito meses. Por que devemos tentar fazer isso? Bem, a Bíblia nos oferece muitas boas razões. Deixe-me apresentar-lhe rapidamente três delas:

1. Memorizar a Palavra de Deus nos ajuda a viver com mais fidelidade à vida cristã

2. Memorizar a Escritura nos ajuda a testemunhar

3. Memorizar a Escritura auxilia na meditação

Thomas K. Ascol
12 de Julho de 2008 - Vida Cristã

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segunda-feira, 30 de junho de 2014

Tempo de Plantar


 

Na igreja primitiva, a evangelização e a implantação de igrejas andavam lado a lado. De fato, não havia outra alternativa, porque, onde o evangelho penetrava e as pessoas se convertiam, se elas tinham de reunir-se como igreja, um corpo era estabelecido. Os novos crentes de Éfeso não podiam ser integrados às várias igrejas da cidade. Tinham de tornar-se parte de uma nova igreja.
Esta é uma conclusão inevitável do livro de Atos: onde a evangelização resultava em pessoas tornando-se seguidores de Cristo, ali novas igrejas eram plantadas. A primeira viagem missionária de Paulo e Barnabé demonstra isso claramente. Em seu retorno à igreja de origem, em Antioquia, eles visitaram outra vez os novos convertidos que haviam sido ganhos para Cristo nas cidades da Galácia e da Frígia. Lucas nos diz que eles voltaram por aquelas cidades e fortaleceram “a alma dos discípulos, exortando-os a permanecer firmes na fé” e promoveram, “em cada igreja, a eleição de presbíteros” (At. 14.22-23).
A evangelização resultou em novos discípulos que se uniram em igrejas locais. Essa foi a maneira como as igrejas do século I foram plantadas. Hoje, se formos honestos, teremos de admitir que muitas de nossas igrejas novas resultam de pecado, e não de evangelização. Se as igrejas que começaram como resultado de separação de outra igreja deixassem de existir, o número de igrejas evangélicas diminuiria grandemente.
Não estou dizendo que não é correto o crente deixar uma igreja para começar outra. Às vezes, essa é única opção disponível. Em uma época em que muitas igrejas perderam o evangelho, tal opção é comum, pois tem de haver alguma ruptura em igrejas que se esforçam para recuperar o evangelho. A obra de reforma e renovação da igreja é muito importante e bastante necessária; e as consequências que acompanham esse esforço são, às vezes, inicialmente muito dolorosas.
No entanto, o compromisso com a reforma da igreja nunca deve se tornar uma desculpa para negligenciarmos a implantação de igrejas. Pela graça de Deus, mais e mais pastores e igrejas estão pensando sobre e tomando os passos para se tornarem ativamente envolvidos na obra de começar novas igrejas. O tema da Conferência Nacional Founders, em 2008, abordou tanto a reforma como a implantação de igrejas. Cada igreja precisa cultivar um compromisso permanente com ambas as coisas.
Ore ao Senhor pedindo-Lhe que desperte entre nós maior paixão pela ampliação de Seu Reino, enviando mais obreiros para a sua seara, para que vejamos pessoas convertidas e novas igrejas implantadas.

(Thomas K. Ascol - 27 de Fevereiro de 2009 - Pensamento Cristão); Tradução: Pr. Wellington Ferreira

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