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terça-feira, 29 de março de 2016

OS PALAVRÕES NOS REVELAM



Muitas vezes, revelações de conversas gravadas entre pessoas públicas nos surpreendem pela ferocidade das palavras empregadas. Nelas os palavrões são meios corriqueiros de expressão, que não constrangem os que os proferem, mas ferem os ouvidos de quem os escuta.
Longe dos gravadores, testemunhamos a facilidade com que os palavrões frequentam os lábios dos nossos interlocutores. Por vezes, de nós mesmos saem palavras que parecem lavas de vulcão.
O mau hábito dos palavrões rega as conversas, como se fossem necessários e indispensáveis. Para muitas pessoas, são palavras normais.
No entanto, pessoas dignas não falam palavrões. Pessoas de caráter falam o que pode ser gravado e revelado, sem terem que se justificar. Nossas palavras revelam quem somos. Mais que isto, nós somos nossas palavras. Palavras podres são os canais pelas quais fluem almas podres.
Almas ricas são suaves, não grosseiras. Almas puras são pacíficas, não guerreiras. Almas inspiradas procuram não perder as estribeiras. Almas sensatas se impõem barreiras.
Se palavras são meios de comunicação, devem ser usadas livremente, dirão alguns. O argumento é similar ao de que, na comunicação, o que importa é o que o outro entenda, sem que importe a norma da língua. Não: se palavras são meios de comunicação, devem ser bem usadas; as normas visam melhorar a comunicação e evitar os ruídos. Se escrevemos corretamente, ninguém precisa ler duas vezes para entender por faltarem vírgulas esclarecedoras. Se falamos bem , quem nos ouve não precisa perguntar o sentido, porque ficou claro. Palavras mal ditas podem significar o que não quisemos dizer.
Quando atropelamos a gramática, revelamos nossa ignorância, como os palavrões expõem o que temos de pior.
Todos devemos ter corações que não abriguem ódios, preconceitos e mágoas, mas, antes, são a casa do amor, do respeito e da paz.


(Pr. Israel Belo)

“Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que for boa para promover a edificação, para que dê graça aos que a ouvem.” Efésios 4:29

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