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quarta-feira, 16 de abril de 2014

O caso do Abacaxi

João trabalhava em uma empresa há muitos anos. Funcionário sério, dedicado, cumpridor de suas obrigações e, por isso mesmo, já com seus 20 anos de casa.
Um belo dia, ele procura o dono da empresa para fazer uma reclamação:
– Patrão, tenho trabalhado durante estes 20 anos em sua empresa com toda a dedicação, só que me sinto um tanto injustiçado. O Juca, que está conosco há somente três anos, está ganhando mais do que eu e foi promovido para um cargo superior ao meu.
– João, foi muito bom você vir aqui. Antes de tocarmos neste assunto, tenho um problema para resolver e gostaria de sua ajuda. Estou querendo dar frutas como sobremesa ao nosso pessoal após o almoço. Aqui na esquina tem uma quitanda. Por favor, vá até lá e verifique se eles têm abacaxi.


















A contra gosto e até um tanto indignado pelo estranho pedido, o funcionário foi e voltou quase uma hora depois, pois havia aproveitado para fumar, tomar café na padaria da esquina e conversar com conhecidos que passavam.
Retornou e foi à sala do patrão:
– E aí João?
– Verifiquei como o senhor mandou. O moço tem abacaxi.
– E quanto custa?
– Isso eu não perguntei, não.
– Eles têm quantidade suficiente para atender a todos os funcionários?
– Isso também eu não perguntei.
– Há alguma outra fruta que possa substituir o abacaxi?
– Não sei, não…
– Muito bem, João. Sente-se nesta cadeira e aguarde um pouco.
O patrão pegou o telefone e mandou chamar Juca. Deu a ele a mesma orientação que dera a João:
– Juca, estou querendo dar frutas como sobremesa ao nosso pessoal após o almoço. Aqui na esquina tem uma quitanda. Vá até lá e verifique se eles têm abacaxi, por favor.
Juca partiu para cumprir a missão e, em oito minutos, voltou.
– E então? Indagou o patrão.
– Eles têm abacaxi, sim, e em quantidade suficiente para o nosso pessoal. Se o senhor preferir tem também laranja, banana e mamão. O abacaxi custa R$1,50 cada, a banana e o mamão são R$1,00 o quilo, e a laranja R$20,00 o cento. Mas como eu disse que a compra seria grande, eles me deram 15% de desconto. Aí, aproveitei e já deixei reservado. Conforme o senhor decidir, volto lá e confirmo – explicou Juca.
Agradecendo as informações o patrão dispensou-o. Voltou-se para João que permanecia sentado ali e perguntou-lhe:
– João, o que era mesmo que você estava me dizendo?
– Nada sério, não, patrão. Esqueça. Com licença.
E João deixou a sala.

Moral da história: Hoje, se quisermos ir mais longe, não podemos nos acomodar. 

Não se acomode. Tenha paixão! Agarre toda a tarefa com unhas e dentes e faça o melhor possível. Não esqueça: não há tarefa chata; chato é não ter tarefas.

Compartilhei este exemplo clássico para extrairmos importância do esforço-extra.





Pense nisso!

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terça-feira, 15 de abril de 2014

5 coisas que tem no inferno e deveria ter nas Igrejas

A parábola do rico e Lázaro


“Ora, havia um homem rico, e vestia-se de púrpura e de linho finíssimo, e vivia todos os dias regalada e esplendidamente. Havia também um certo mendigo, chamado Lázaro, que jazia cheio de chagas à porta daquele. E desejava alimentar-se com as migalhas que caíam da mesa do rico; e os próprios cães vinham lamber-lhe as chagas. E aconteceu que o mendigo morreu, e foi levado pelos anjos para o seio de Abraão; e morreu também o rico, e foi sepultado. E no inferno, ergueu os olhos, estando em tormentos, e viu ao longe Abraão, e Lázaro, no seu seio. E, clamando, disse: Pai Abraão, tem misericórdia de mim, e manda a Lázaro, que molhe na água a ponta do seu dedo e me refresque a língua, porque estou atormentado nesta chama. Disse, porém, Abraão: Filho, lembra-te de que recebeste os teus bens em tua vida, e Lázaro somente males; e agora este é consolado e tu atormentado.
E, além disso, está posto um grande abismo entre nós e vós, de sorte que os que quisessem passar daqui para vós não poderiam, nem tampouco os de lá passar para cá. E disse ele: Rogo-te, pois, ó pai, que o mandes à casa de meu pai, pois tenho cinco irmãos; para que lhes dê testemunho, a fim de que não venha também para este lugar de tormento. Disse-lhe Abraão: Têm Moisés e os profetas; ouçam-nos. E disse ele: Não, pai Abraão, mas, se algum dentre os mortos fosse ter com eles, arrepender-se-iam. Porém, Abraão lhe disse: Se não ouvem a Moisés e os profetas, tampouco acreditarão, ainda que algum dos mortos ressuscite.”
Lucas 16.19-31

A parábola nos mostra o contraste entre dois homens que viveram no mesmo espaço de tempo, porém em ambientes e condições completamente distintas. Um muito rico e abastado e outro em completa miséria e ainda leproso. Mas o que vamos abordar é o que ocorreu em suas vidas após a morte, pois o rico foi para o inferno e Lázaro foi para o seio de Abraão, que representa o céu onde Deus habita.
Vemos aqui cinco comportamentos no inferno que gostaríamos de ver mais na igreja entre os irmãos:

1º) “E no inferno, ergueu os olhos, estando em tormentos, e viu ao longe Abraão, e Lázaro no seu seio.”
Aquele homem olhou para o céu. O olhar dos frequentadores da igreja não deve ser na vertical, mas na horizontal. Devemos buscar mais as coisas de Deus do que as terrenas. A bíblia diz:
“Portanto, se já ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus. Porque já estais mortos, e a vossa vida está escondida com Cristo em Deus.” Colossenses 3.1-3

DEVEMOS OLHAR MAIS PARA AS COISAS DO ALTO.

2º) “E, clamando, disse: Pai Abraão, tem misericórdia de mim, e manda a Lázaro, que molhe na água a ponta do seu dedo e me refresque a língua, porque estou atormentado nesta chama.”
No inferno alguém teve sede de refrigério, sede de Deus, sede da água fresca da Palavra de Deus. Certamente, se o rico tivesse ouvido a palavra de Deus em vida não estaria naquela situação. A Bíblia diz:

“Eis que vêm dias, diz o Senhor Deus, em que enviarei fome sobre a terra; não fome de pão, nem sede de água, mas de ouvir as palavras do Senhor.” Amós 8.11

Quanta falta de sede pela Palavra vemos na igreja de hoje, mas inferno haverá sede.

DEVEMOS TER SEDE DA PALAVRA DE DEUS.
A Bíblia diz:

“Estendo para ti as minhas mãos; a minha alma tem sede de ti, como terra sedenta.” Salmos 143.6

“Assim como o cervo brama pelas correntes das águas, assim suspira a minha alma por ti, ó Deus! A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo; quando entrarei e me apresentarei ante a face de Deus?” Salmos 42.1,2

3º) “E disse ele: Rogo-te, pois, ó pai, que o mandes à casa de meu pai, pois tenho cinco irmãos; para que lhes dê testemunho, a fim de que não venha também para este lugar de tormento.”
No inferno alguém, ainda que de forma tardia, teve espírito evangelístico, querendo dar um testemunho a seus irmãos para que eles não se perdessem também.
Hoje nas igrejas vemos muitos testemunhos, mas não de salvação, e sim de bênçãos materiais. As pessoas contam tudo que Deus lhes deu, mas não como foi sua salvação.

DEVEMOS TER DESEJO DE EVANGELIZAR NOSSOS IRMÃOS, PARENTES E AMIGOS PERDIDOS ANTES QUE SEJA TARDE. Esta é nossa obrigação!
A Bíblia diz:

“Porque, se anuncio o evangelho, não tenho de que me gloriar, pois me é imposta essa obrigação; e ai de mim, se não anunciar o evangelho!” I Coríntios 9.16

4º) “Disse-lhe Abraão: Têm Moisés e os profetas; ouçam-nos. E disse ele: Não, pai Abraão; mas, se algum dentre os mortos fosse ter com eles, arrepender-se-iam.”
No inferno alguém se compadeceu dos perdidos e teve como sua prioridade pregar o evangelho da verdade a eles.
Quanta coisa tem sido colocada como mais importante que a pregação hoje em dia nas igrejas. Faz-se campanha pra tudo, menos para a conversão de vidas ao Senhor.
Quando Jesus chamou um jovem para segui-lo, ele respondeu: “Senhor deixa que primeiro eu vá a enterrar meu pai. Mas Jesus lhe observou: Deixa aos mortos o enterrar os seus mortos; porém tu vai e anuncia o Reino de Deus.” Lucas 9.59,60

No inferno alguém não quer enterrar seus mortos ou fazer qualquer outra coisa.
O que importa é apenas pregar o evangelho aos perdidos e evitar que eles morram sem salvação.
Na igreja, poucos são os que se importam com os seus parentes não salvos, tão pouco fazem grande esforço para levar a Palavra ou oram por seu arrependimento.

DEVEMOS NOS IMPORTAR COM OS PERDIDOS, NOS COMPADECER DELES E PREGAR O EVANGELHO PARA QUE HAJA ARREPENDIMENTO.

5º) “Porém, Abraão lhe disse: Se não ouvem a Moisés e aos profetas, tampouco acreditarão, ainda que algum dos mortos ressuscite.”
No inferno há arrependimento, mas já é tarde demais. Depois da morte, por mais arrependida que uma pessoa possa estar, jamais poderá voltar à vida ou mesmo ir para o céu. A Bíblia diz:

“E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo,...”  Hebreus 9.27

 Se aquele homem rico tivesse obedecido à Lei de Deus e ouvido os seus profetas, certamente não teria ido para o inferno e poderia ainda ganhar seus parentes para o Reino de Deus.

DEVEMOS BUSCAR O ARREPENDIMENTO, DEVEMOS DAR ATENÇÃO E PRATICAR A LEI DE DEUS E OUVIR AOS SEUS PROFETAS, ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS.

Conclusão
Não é exatamente isso que precisamos encontrar na igreja?
No inferno ainda se tem sede de refrigério.
No inferno se deseja evangelizar.
No inferno ainda se deseja dar testemunho aos não salvos.
No inferno, se compadece dos perdidos.
No inferno há arrependimento.

Que o Senhor se compadeça de nós e nos dê a chance de ter tudo isso cada vez mais em nossas igrejas e em nossas vidas antes que seja tarde.

Pense nisso!

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segunda-feira, 14 de abril de 2014

A esposa de Deus

Um menino de 10 anos estava parado na frente de uma loja de sapatos olhando a vitrine e tremendo de frio. Uma senhora aproximou-se do menino e disse-lhe: “Meu pequeno o que você está olhando com tanto interesse nesta vitrine?”.
O menino então respondeu: “Estava pedindo a
Deus que me desse um par de sapatos”.
A senhora segurou a mão do menino e o levou para dentro da loja. Pediu ao funcionário que pegasse 6 pares de sapatos para o menino. Perguntou ao empregado se poderia também lhe emprestar uma bacia com água e uma toalha. O empregado trouxe-lhe rapidamente o que pediu.
A senhora levou o menino no fundo da loja, lavou os pés dele e secou-os com a toalha. Então o funcionário chegou com os sapatos, a senhora pôs um par deles no menino e os comprou. Juntou os outros pares e também os deu ao menino. Afagou o menino na cabeça e disse-lhe: "Não há dúvida que você se sente mais confortável agora.”
O menino a abraçou, e quando ela já se voltava para sair o menino com lágrimas nos olhos lhe perguntou: “A senhora é a esposa de Deus?"

Cada vez que você abençoa uma pessoa, você deve fazê-lo em nome de Deus. Você é a boca de Deus pela qual Ele fala do Seu amor ao mundo. Você é as mãos de Deus quando abraça, ajuda, acaricia e ampara alguém.

“Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis. Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros.”

Pense nisso!

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