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sábado, 14 de dezembro de 2013

A QUARTA RODA


Um motorista convidou um jovem a viajar em sua companhia. O jovem mostrou-se logo muito amigo e, antes de ser interpelado pelo motorista perguntou:

_ "O senhor é um ministro (pastor), não é?"
_ "Sim", respondeu o motorista. "E como você o sabe?"
_ "Oh, sou bem capaz de distinguir as pessoas", respondeu o jovem. E logo começou a contar como fugira de casa e da escola, mas agora estava de volta para recomeçar seus estudos e se tornar um homem de sucesso.
Quando o rapaz terminou sua história, o motorista virou-se para ele e disse:
_ "Filho, há alguns atributos de que uma pessoa necessita para ser bem sucedida. Em primeiro lugar ela precisa ser sociável e fazer amizades." 
_ "Oh, isto é fácil para mim", replicou o jovem. _ "Eu aprecio o povo. Olhe, o senhor e eu já somos amigos e nos conhecemos há pouco tempo."
_ "Bem, outra coisa que é importante", disse o pastor, "é ser bem desenvolvido fisicamente." O rapaz sem hesitar mostrou seus bons músculos. O pastor continuou:
_ "Você também precisa ser intelectualmente são."
_ "Bem, examine-me nisto também", replicou o rapaz. "Lembre-se de que eu disse que estou de volta à escola."
_ "E o quarto requisito", acrescentou o motorista, "é ser forte espiritualmente."
O rapaz ficou em silêncio. Somente se ouvia o ruído do motor. Por fim, o motorista também silenciou-o. O motorista ordenou que o jovem saísse e também saltou do carro. O jovem obedeceu. O homem apontou-lhe uma das rodas do carro e disse:
_ "Que é aquilo?"
O desconcertado rapaz respondeu:
_ "É uma roda".
O ministro apontou-lhe outra roda, fez a mesma pergunta e obteve a mesma resposta; em frente a terceira, o mesmo se deu. Ao alcançarem a quarta roda, a pergunta foi outra vez feita:
_ "Que é aquilo?"
O jovem respondeu:
_ "É também uma roda".
Ambos entraram outra vez no carro, e por mais alguns minutos, enquanto viajavam pela estrada, nenhum dos dois falou. De repente o jovem virou-se para o motorista e disse:
_ "Entendo o que o senhor queria me dizer. Eu não posso atravessar a vida com sucesso sem a quarta roda. Agradeço-lhe a lição e tudo farei para colocar as quatro rodas em minha vida e tornar-me um homem de sucesso."

Pense nisso!

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quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Quando Deus manda, até o diabo obedece!


COEFICIENTE PESSOAL

O Corvo e o Rouxinol enviados à Terra

Uma fábula antiga diz que a rainha das aves, desejando saber o que era o mundo, enviou à Terra dois emissários para dar-lhe relatórios. O primeiro era o corvo. Depois de percorrer este nosso planeta, voltou dizendo que vira só cavernas, erosões, putrefações, cadáveres e carne em decomposição. Na verdade ele só vira isso.
Depois a rainha mandou outro emissário: o rouxinol. Ao voltar, contou entusiasmado que vira um par de rios formosos, de fontes cristalinas, flores, florestas e grandes encantos. Tão emocionado ficara, contemplando essas belezas, que muitas vezes teve de cantar inspirado por elas.
Essa fábula focaliza uma grande lei psicológica: na apreciação das realidades que contemplamos, entra sempre, com poder considerável, o coeficiente pessoal.
– UNITAS

O que realmente faz toda a diferença é o foco do seu olhar. Quando só olha para os problemas é isso que vai influenciar sua vida. Mude o foco! Focalize nas coisas boas e agradáveis. Olha para o que você tem de melhor e seja agradecido. Então, verá como isso tem poder para mudar seu ânimo para melhor, e também vai fazer você cantar.



















Pense nisso!

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terça-feira, 10 de dezembro de 2013

O frio que vem de dentro

Quatro homens ficaram bloqueados numa caverna por uma avalanche de neve. Teriam que esperar até o amanhecer, para poderem receber socorro. Cada um deles trazia um pouco de lenha e havia uma pequena fogueira ao redor da qual eles se aqueciam. Se o fogo apagasse, todos morreriam de frio antes que o dia clareasse. O tempo passava e o fogo diminuía.
Chegou a hora de cada um colocar sua lenha na fogueira. Era a única maneira de sobreviverem. O primeiro homem era um rico avarento. Ele estava ali porque esperava receber os juros de uma dívida. Olhou ao redor e viu em torno da fogueira, um homem da montanha, que trazia sua pobreza no semblante e nas roupas velhas e remendadas. Ele fez as contas do valor da sua lenha e enquanto mentalmente sonhava com o seu lucro, pensou: “Jamais darei a minha lenha para aquecer um preguiçoso.” O segundo homem era o pobre da montanha. Ele conhecia mais do que os outros os caminhos, os perigos e os segredos da neve. Ele pensou: “Esta nevasca pode durar vários dias. Vou guardar minha lenha.” O terceiro homem parecia alheio a tudo. Era um alienado. Olhando fixamente para as brasas. Nem lhe passou pela cabeça oferecer da lenha que carregava. Ele estava preocupado demais com suas próprias visões (ou alucinações?) para pensar em ser útil. O quarto homem trazia nos vincos da testa e nas palmas calosas das mãos, os sinais de uma vida de trabalho. Seu raciocínio era curto e rápido: “Esta lenha é minha. Custou o meu trabalho. Não darei a ninguém nem mesmo o menor dos meus gravetos.”
Com estes pensamentos, os quatro homens permaneceram imóveis. A última brasa da fogueira se cobriu de cinzas e finalmente apagou. Ao alvorecer do dia, quando o resgate conseguiu chegar à caverna, os bombeiros encontraram quatro cadáveres congelados, cada qual segurando um feixe de lenha.
Olhando para aquele triste quadro, o chefe da equipe de socorro disse: "
O frio que os matou não foi o frio de fora, mas o frio de dentro".

Não deixe que a friagem que vem de dentro mate você. Abra o seu coração e ajude a aquecer aqueles que o rodeiam. Não permita que as brasas da esperança se apaguem, nem que a fogueira do otimismo vire cinzas. Contribua com seu graveto de amor e aumente a chama da vida onde quer que você esteja.
(autor desconhecido)

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segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

A QUESTÃO SUPREMA


“E ele, tremendo e atônito, disse: Senhor, que queres que eu faça? E disse-lhe o Senhor: Levanta-te, e entra na cidade, e lá te será dito o que te convém fazer.”
Atos 9:6

A História se acha repleta de ilustrações que mostram quão cruciante é a decisão que estabelece o rumo a tomar quanto à nossa carreira.
Em 1877 dois jovens, companheiros de quarto no Colégio Bowdoin, no Maine, estavam falando entre si quanto ao seu futuro. Ambos haviam trabalhado para abrir seu caminho durante quatro anos fadigosos.
– Carlos, – perguntou Roberto – o que você vai fazer ao sair de Bowdoin?
– Vou ganhar dinheiro. Estou cansado de ser pobre. Vou enriquecer e não me importa como. E você que vai fazer, Roberto?
– Vou para lugares onde o homem nunca esteve, respondeu Roberto. – Vou ser explorador.
Trinta e dois anos depois, no Verão de 1909, Roberto passou um telegrama de Espisbergue, Noruega, ao presidente dos Estados Unidos: "Firmei a bandeira americana no pólo norte. – Roberto E. Peary."

Mas Carlos (Carlos W. Morse) se achava na penitenciária federal de Atlanta, Geórgia, cumprindo sentença por defraudar as viúvas e outras pessoas da Nova Inglaterra de suas poucas economias.
"Senhor, que queres que eu faça?" é uma pergunta que deve ser feita não somente antes da escolha de nossa carreira, mas ao início de cada novo dia.

Pense nisso!

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