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Mostrando postagens de março 16, 2014

O que é um verdadeiro amigo?

Ofegante, um soldado dirige-se ao seu comandante: _ Meu amigo não voltou do campo de batalha. Comandante, solicito autorização para ir buscá-lo. O comandante responde: _ Autorização negada! Não quero que você arrisque a vida por um homem que, provavelmente, já está morto! O soldado, ignorando a proibição, saiu em direção ao campo de batalha. Uma hora mais tarde voltou extremamente ferido, transportando o corpo de seu amigo. O comandante estava furioso: _ Eu não lhe disse?! Avisei que ele estaria morto! Você desrespeitou minha ordem e também quase morreu! Diga-me, valeu a pena ir até lá para trazer um cadáver? E o soldado, moribundo, respondeu: _ Claro que sim, senhor! Quando o encontrei, ele ainda estava vivo e disse-me: _ Tinha certeza que você voltaria para me buscar! Um amigo de verdade é aquele que chega quando todos já se foram... Carlos Hilsdorf Pense nisso! Se gostou, deixe seu comentário e compartilhe com seus amigos. Conheça também... www.prospera...

Subindo no ônibus

Um dia um homem já de certa idade abordou um ônibus. Enquanto subia, um de seus sapatos escorregou para o lado de fora... A porta se fechou e o ônibus saiu; então ficou incapaz de recuperá-lo. O homem terminou de subir a escada, calçando um só sapato, procurou a primeira janela aberta, retirou seu outro sapato e jogou-o pela janela. Um rapaz no ônibus, vendo o que aconteceu, perguntou: _ Notei o que o senhor fez. Por que jogou fora seu outro sapato? O homem prontamente respondeu: _ Para que quem os encontrar seja capaz de usá-los. Provavelmente apenas alguém necessitado dará importância a um par de sapatos usados encontrados na rua. E de nada lhe adiantará apenas um pé de sapato. O homem mostrou ao jovem que não vale a pena agarrar-se a algo simplesmente por possuí-lo e nem porque você não deseja que outro o tenha. Perdemos coisas o tempo todo. A perda pode nos parecer penosa e injusta inicialmente, mas a perda só acontece para que mudanças, na maioria das vezes positivas, possam...

A Transfusão

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Há muitos anos atrás, quando eu trabalhava como enfermeiro em um hospital, eu conheci uma menininha de uns 2 ou 3 anos de idade chamada Liz. Ela sofria de uma terrível e rara doença. A única chance de recuperação parecia ser através de uma transfusão de sangue do irmão mais velho dela, de apenas 5 anos que, milagrosamente, tinha sobrevivido à mesma doença e parecia ter, então, desenvolvido os anticorpos necessários para combatê-la. O médico explicou toda a situ ação para o menino e para a família e perguntou, então, se ele aceitava doar o sangue dele para a irmã. Eu vi ele hesitar um pouco, mas depois de uma profunda respiração ele disse: _ Tá certo, eu topo já que é para salvá-la... Os médicos levaram os dois para uma sala preparada para a transfusão, e os deitaram em duas camas, lado a lado. À medida que a transfusão foi progredindo, o garotinho começou a sorrir, assim como nós também, ao vermos as bochechas da pequena Liz voltarem a ter cor. De repente, o sorriso dele...