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quarta-feira, 19 de março de 2014

O que é um verdadeiro amigo?

Ofegante, um soldado dirige-se ao seu comandante:
_ Meu amigo não voltou do campo de batalha. Comandante, solicito autorização para ir buscá-lo.
O comandante responde:
_ Autorização negada! Não quero que você arrisque a vida por um homem que, provavelmente, já está morto!
O soldado, ignorando a proibição, saiu em direção ao campo de batalha. Uma hora mais tarde voltou extremamente ferido, transportando o corpo de seu amigo.
O comandante estava furioso:
_ Eu não lhe disse?! Avisei que ele estaria morto! Você desrespeitou minha ordem e também quase morreu! Diga-me, valeu a pena ir até lá para trazer um cadáver?
E o soldado, moribundo, respondeu:
_ Claro que sim, senhor! Quando o encontrei, ele ainda estava vivo e disse-me:
_ Tinha certeza que você voltaria para me buscar!

Um amigo de verdade é aquele que chega quando todos já se foram...



Pense nisso!

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terça-feira, 18 de março de 2014

Subindo no ônibus

Um dia um homem já de certa idade abordou um ônibus. Enquanto subia, um de seus sapatos escorregou para o lado de fora... A porta se fechou e o ônibus saiu; então ficou incapaz de recuperá-lo. O homem terminou de subir a escada, calçando um só sapato, procurou a primeira janela aberta, retirou seu outro sapato e jogou-o pela janela.
Um rapaz no ônibus, vendo o que aconteceu, perguntou:
_ Notei o que o senhor fez. Por que jogou fora seu outro sapato?
O homem prontamente respondeu:
_ Para que quem os encontrar seja capaz de usá-los. Provavelmente apenas alguém necessitado dará importância a um par de sapatos usados encontrados na rua. E de nada lhe adiantará apenas um pé de sapato.
O homem mostrou ao jovem que não vale a pena agarrar-se a algo simplesmente por possuí-lo e nem porque você não deseja que outro o tenha. Perdemos coisas o tempo todo. A perda pode nos parecer penosa e injusta inicialmente, mas a perda só acontece para que mudanças, na maioria das vezes positivas, possam ocorrer em nossa vida.
Como o homem da história, nós temos que aprender a nos desprender. Alguma força decidiu que era hora daquele homem perder seu sapato. Talvez isto tenha acontecido para iniciar uma série de outros acontecimentos bem melhores para o homem do que aquele par de sapatos poderia proporcionar. Talvez uma nova e forte amizade com o rapaz no ônibus. Talvez aquele rapaz precisasse presenciar aquele acontecimento para adotar uma ação semelhante. Talvez a pessoa que encontrou os sapatos tenha, a partir daí, uma forma de proteger os pés. Seja qual for a razão, não podemos evitar perder coisas. O homem sabia disto. Um de seus sapatos tinha saído de seu alcance. O sapato restante não mais lhe ajudaria, mas seria um ótimo presente para uma pessoa desabrigada, precisando desesperadamente de proteção do chão. Acumular posses não nos faz melhores e nem faz o mundo melhor. Todos temos que decidir constantemente se algumas coisas devem manter seu curso em nossa vida ou se estariam melhor com os outros.
(autor desconhecido)

Compartilhei esta mensagem para que possamos refletir não apenas sobre como tratar nossas perdas, mas para que pensemos que não é preciso que percamos algo para aprendermos a nos desapegar e doar. Se ainda não aprendemos a fazer isso, então que as perdas nos ensinem a nos desapegar, ao menos, do que insistimos em reter conosco...

Pense nisso!

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segunda-feira, 17 de março de 2014

A Transfusão

Há muitos anos atrás, quando eu trabalhava como enfermeiro em um hospital, eu conheci uma menininha de uns 2 ou 3 anos de idade chamada Liz. Ela sofria de uma terrível e rara doença.
A única chance de recuperação parecia ser através de uma transfusão de sangue do irmão mais velho dela, de apenas 5 anos que, milagrosamente, tinha sobrevivido à mesma doença e parecia ter, então, desenvolvido os anticorpos necessários para combatê-la.
O médico explicou toda a situação para o menino e para a família e perguntou, então, se ele aceitava doar o sangue dele para a irmã.
Eu vi ele hesitar um pouco, mas depois de uma profunda respiração ele disse:
_ Tá certo, eu topo já que é para salvá-la...
Os médicos levaram os dois para uma sala preparada para a transfusão, e os deitaram em duas camas, lado a lado.

À medida que a transfusão foi progredindo, o garotinho começou a sorrir, assim como nós também, ao vermos as bochechas da pequena Liz voltarem a ter cor.
De repente, o sorriso dele desapareceu e ele empalideceu. Ele olhou para o médico e perguntou com a voz trêmula:
_ Eu vou começar a morrer logo?
Por ser tão pequeno e novo, o menino tinha interpretado mal as palavras do médico. Ele pensou que teria que dar todo o sangue dele para salvar a vida da irmã!
E o médico respondeu, sorrindo:
_ Você não vai morrer, só precisamos de um pouco do seu sangue. Mas a sua linda atitude salvou a vida de sua irmãzinha.
Todos ficaram emocionados. Só me lembro de ver, ao final da transfusão, a pequena Liz abraçando seu irmão e dizendo:
_ Obrigada por salvar a minha vida. Eu te amo!

(baseado em fatos reais - preservado o nome do autor)

Que possamos refletir sobre isto e verdadeiramente nos doar incondicionalmente pela vida dos que amamos, custe o que custar!

Que você também se lembre de que nosso irmão mais velho fez o mesmo pra nos salvar. Só que na cruz, Jesus teve que doar TODO o seu sangue pela nossa salvação. Naquela hora Ele sofreu, mas depois também sorriu e ainda sorri cada vez que um pecador se rende a Ele com coração quebrantado. Agradeça agora mesmo a Jesus por uma tão grande salvação que está ao alcance de todos e chegou até você.

Pense nisso!

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