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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

“Amor de Deus e amor de gente” (De Raquel Roque)

Por que amamos mais alguns do que outros?
Por que nos dedicamos mais a algumas pessoas do que a outras?
Por que certas pessoas conseguem amar sem serem amadas? Ou amar seus inimigos?
É simples. É porque temos duas naturezas dentro de nós, a do amor divino e a do amor humano.
Entenda. Nós somos pessoas feitas do pó da terra, por isso nos comportamos como ela. Quando Deus criou o homem, formou-o do barro e soprou em suas narinas, dando-lhe o fôlego de vida. Então o homem passou a ter duas naturezas: a natureza da terra, do barro, do pó da terra. É a natureza de tudo que foi criado e do que é finito. Por isso possui também um amor finito e condicional.
Mas o homem também possui a natureza divina. Então, ele pode possuir e manifestar um amor infinito e incondicional.
Em outras questões também funciona assim, mas no diz respeito ao amor, podemos nos comportar sob as duas naturezas.
Quando amamos sob a natureza da terra, do barro do qual fomos formados, nos comportamos segundo as leis que Deus impôs a terra. Ele deu ordem para que ela devolvesse multiplicadamente tudo que nela fosse semeado. E a terra obedece ao Criador. Tudo que você semeia na terra, frutifica e lhe devolve muito mais. Isso também acontece no amor de natureza humana. Por isso, devolvemos mais àqueles que semeiam mais em nós sua atenção, seu cuidado, seu carinho. E também recebemos daqueles em quem semeamos, regamos e adubamos.
Através da natureza humana pode ser que você não consiga amar aos que nunca semeiam, ou que seu amor esfrie por não ser semeado, adubado e regado. Isso é natural, mas insuficiente. Não se contente com isso. Você foi criado para ir além, pois não temos só a natureza terrena.
Está certo que o homem perdeu sua identidade com o Criador quando pecou, mas todos os que se reconciliam com Deus através de Jesus, voltam a ter a Sua imagem e semelhança, não perfeita como antes, mas em grande parte.
Sendo assim, a pessoa salva e regenerada por Jesus torna a ter a centelha divina, e se assemelha com Deus também no amor. Então, essa pessoa consegue amar incondicionalmente. E quanto mais de Deus ela tem, mais amor pode oferecer aos outros, consegue amar incondicionalmente mesmo sem receber, e consegue amar até mesmo seus inimigos.
Agora pergunto: Como você ama? Até que ponto você ama? Seu amor é só terreno, sob a sua natureza puramente terrena? Ou seu amor é grande e incomparável? Que tipo de amor você concede àqueles a quem ama? Você consegue amar aos que lhe maltratam?
De qualquer forma, terreno ou divino, o amor tem sempre que ser abundante.
Busque encher-se de Deus e experimente o amor que vai além do entendimento e da lógica humana. Mas também seja terra fértil. Devolva multiplicadamente cada pequena semente de amor que alguém semear em você. Isso vai gerar um fluxo de semeadura e colheita abundantes permanentemente e vai fazer de você uma pessoa realizada e feliz. Afinal de contas, você foi criado para amar e ser amado. É simplesmente impossível fugir da sua natureza. Então, se entregue a ela e ame, ame muito.

Pense nisso!!!

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A Espada Mágica

Existe uma história muito, muito antiga, do tempo dos cavaleiros em brilhantes armaduras, sobre um jovem comum que tinha medo de testar sua habilidade com as armas, no torneio local.
Certo dia, seus amigos quiseram fazer uma brincadeira com ele e lhe deram de presente uma espada, dizendo que tinha um poder mágico muito antigo. O homem que a empunhasse jamais seria derrotado em combate.
Para surpresa deles, o jovem correu para o torneio e pôs em uso o presente, ganhando todos os embates. Ninguém jamais vira tanta velocidade e ousadia na espada. A cada torneio, a notícia de sua maestria se espalhava, e não tardou a ser ovacionado como o primeiro cavaleiro do reino.


Por fim, achando que não faria mal nenhum, um dos seus amigos revelou a brincadeira, confessando que o instrumento não tinha nada de mágico, era só uma espada comum.
Imediatamente o jovem cavaleiro foi dominado pelo terror. De pé na extremidade da área de combate, as pernas tremeram, a respiração ficou presa na garganta e os dedos perderam a força.
Incapaz de continuar acreditando na espada, ele já não acreditava mais em si mesmo. E nunca mais competiu...

Esta pequena história mostra como é importante manter a confiança em nós mesmos. Isto faz toda a diferença. Nunca deixe de acreditar em si mesmo. A magia está em nós, não em algo externo... Não faça como aquele jovem cavaleiro... Acredite em você e em seu potencial! Sempre!



Pense nisso!

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terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

A pérola

Vitor era um garoto de dez anos de idade. Era divertido e estava sempre alegre. Mas um dia chegou em casa muito triste, por algo que aconteceu na escola e que o magoou demais. Não quis almoçar, se fechou no quarto e não saiu da cama até de noite.
Antes de dormir, seu pai o procurou no quarto:
_ O que aconteceu filho?
O garoto respondeu, soluçando de tanto chorar:
_ Um menino do colégio fez uma brincadeira que me magoou demais. Estou muito triste, dói até o coração, pai.
O pai, então, resolveu lhe contar uma história:
_ Filho, pode estar doendo agora, eu sei, mas pode ser um aprendizado pelo qual você precisa passar. Vou contar-lhe algo sobre as ostras...
Uma ostra que não foi ferida jamais produzirá pérolas. A pérola é uma ferida curada.
Pérolas para as ostras são produtos da dor, resultados da entrada de substâncias estranhas ou indesejáveis no seu interior, assim como um parasita ou um grão de areia. A ostra possui na parte interna da concha uma substância lustrosa chamada nácar. Quando um grão de areia penetra ali, as células do nácar começam a trabalhar e cobrem o grão de areia com camadas e mais camadas para proteger o corpo indefeso da ostra. Como resultado, uma linda pérola é formada. Uma ostra que não foi ferida, de algum modo, não produz pérola.



Você já se sentiu ferido pelas palavras rudes de um amigo? Já foi acusado de ter dito coisas que não disse? Suas ideias já foram rejeitadas?
Nesses momentos lembre-se que a pérola, para uma ostra, é uma ferida cicatrizada!
Então, produza uma pérola. Cubra suas mágoas e rejeições sofridas com camadas e camadas de amor. Crie sua pérola usando o seu amor!

(autor desconhecido)

Carlos Hilsdorf

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segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

CUIDADO COM SEU TEMPERAMENTO

A pessoa mais difícil de se relacionar é aquela que você vê diante do espelho.
Muitas pessoas não conseguem se dominar. São destemperadas emocionalmente. Falam o que não gostariam de falar e usam um tom de voz que não gostariam de usar. Ferem as pessoas que mais amam, porque não têm domínio próprio. São violentas nas palavras e agressivas nas atitudes.
A Bíblia diz que o homem que domina a si mesmo é mais forte do aquele que conquista uma cidade. O domínio próprio é fruto do Espírito. Quando o Espírito de Deus domina nosso temperamento, então, tornamo-nos comedidos nas palavras e sensatos nas atitudes.

Hernandes Dias Lopes

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