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segunda-feira, 14 de julho de 2014

PROFECIAS QUE NÃO DEVEMOS OUVIR


“Então o rei de Israel reuniu os profetas até quase quatrocentos homens, e disse-lhes: Irei à peleja contra Ramote de Gileade, ou deixarei de ir? E eles disseram: Sobe, porque o Senhor a entregará na mão do rei. Disse, porém, Jeosafá: Não há aqui ainda algum profeta do Senhor, ao qual possamos consultar? Então disse o rei de Israel a Jeosafá: Ainda há um homem por quem podemos consultar ao Senhor; porém eu o odeio, porque nunca profetiza de mim o que é bom, mas só o mal; este é Micaías, filho de Inlá. E disse Jeosafá: Não fale o rei assim.” I Reis 22.6-8

Gostamos de ouvir coisas boas sobre nós mesmos e o nosso futuro. Nossos ouvidos saboreiam palavras doces sobre um futuro brilhante e promissor. Gostamos que as pessoas, diante dos nossos projetos, nos garantam que vão dar certo. Gostamos de escutar que, estando doentes, vamos ficar bons. E quem não gosta?
Essas palavras não são necessariamente ruins. Mas devemos tomar cuidado com elas. Precisamos avaliar a intenção de quem diz. Quando ocupamos alguma função de destaque no grupo, pequeno ou grande, devemos saber que pessoas nos dirão coisas para nos agradar e depois recolher o fruto das suas palavras.
Devemos também conferir essas palavras com a realidade.
O nosso projeto pode ser ruim.
O nosso vício pode ser profundo.
A nossa miséria pode ser trágica.
O fim belo e agradável pode ter “princípios” feios e desagradáveis, como orgulho, presunção e inveja.
Às vezes, a melhor palavra é a reprovação para que mudemos. O remédio amargo é o que nos fará bem se o tomarmos.
Quando lemos a Palavra de Deus, somos capacitados para saber ouvir e avaliar as vozes que nos cercam. Ela deve ser nosso padrão e parâmetro para todas as decisões, intenções e projetos de vida.

Pense nisso!

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