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quarta-feira, 20 de julho de 2016

DEPRESSÃO NACIONAL



"A esperança é como uma estrada no campo; nunca houve um caminho, mas quando muitas pessoas andam sobre ele, a estrada passa a existir"
(Lin Yutang)

Sempre pensamos na depressão como algo ligado à nossa história pessoal. Geralmente provocada por carências biopsíquicas ou mesmo por eventos que nos afetam, ela faz com que não tenhamos força para nos levantar da cama, embora queiramos.
A única decisão que devemos tomar, quando estamos nesta condição, é buscar a restauração da serenidade, alcançável pelo acolhimento e pela terapia, psicológica ou psiquiátrica, busca que muitos adiam indefinidamente por causa dos lamentáveis preconceitos que cercam as doenças da mente.
Podemos pensar também numa depressão que nos alcança a partir do caos na economia e na política, afundadas na incompetência e na imoralidade. Como manter a sanidade diante de um verdadeiro campeonato de notícias em que o mais corrupto de hoje será vencido pelo ainda mais corrupto de amanhã?
Em lugar de nos divertir, a sucessão de desencantos vai nos arrancando a vontade de agir para tornar reais os nossos sonhos. Nossa confiança é solapada e nossa esperança cai travada. O desânimo nos paralisa. Saímos menos para a rua. Planejamos menos. Passamos a achar que sonhar, trabalhar e viajar não vale mais a pena. É como se a nossa terra tivesse sendo pilhada por um exército invencível.
Quando o profeta Jeremias e seu povo, no século 6 a.C., passaram por uma situação similar, Deus lhes disse:
"Construam casas e morem nelas".
"Plantem árvores frutíferas e comam as suas frutas".
"Casem e tenham filhos".
"Trabalhem".
"Orem".
"Não se deixem enganar". (Jeremias 29:5-14)
Eis o que precisamos ouvir quando a depressão se torna uma marca nacional.

(Israel Belo de Azevedo)


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