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segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

A QUESTÃO SUPREMA


“E ele, tremendo e atônito, disse: Senhor, que queres que eu faça? E disse-lhe o Senhor: Levanta-te, e entra na cidade, e lá te será dito o que te convém fazer.”
Atos 9:6

A História se acha repleta de ilustrações que mostram quão cruciante é a decisão que estabelece o rumo a tomar quanto à nossa carreira.
Em 1877 dois jovens, companheiros de quarto no Colégio Bowdoin, no Maine, estavam falando entre si quanto ao seu futuro. Ambos haviam trabalhado para abrir seu caminho durante quatro anos fadigosos.
– Carlos, – perguntou Roberto – o que você vai fazer ao sair de Bowdoin?
– Vou ganhar dinheiro. Estou cansado de ser pobre. Vou enriquecer e não me importa como. E você que vai fazer, Roberto?
– Vou para lugares onde o homem nunca esteve, respondeu Roberto. – Vou ser explorador.
Trinta e dois anos depois, no Verão de 1909, Roberto passou um telegrama de Espisbergue, Noruega, ao presidente dos Estados Unidos: "Firmei a bandeira americana no pólo norte. – Roberto E. Peary."

Mas Carlos (Carlos W. Morse) se achava na penitenciária federal de Atlanta, Geórgia, cumprindo sentença por defraudar as viúvas e outras pessoas da Nova Inglaterra de suas poucas economias.
"Senhor, que queres que eu faça?" é uma pergunta que deve ser feita não somente antes da escolha de nossa carreira, mas ao início de cada novo dia.

Pense nisso!

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