Lições da Pipoca
Hoje à tarde minha filha fez pipoca do jeito antigo: na panela, com sal e óleo. O cheiro espalhou-se pela casa e me capturou o pensamento filosofando sobre as lições que o milho da pipoca tem para nos ensinar a respeito de nossas relações com a vida . São as que compartilho com você agora.
O milho é sempre igual. Dentro do saquinho estão milhos que vêm do mesmo milharal, talvez do mesmo pé de milho, o que implica que todos têm a mesma natureza. É de se estranhar, então, que nem todos virem pipoca, pois foram plantados e colhidos com esse propósito. Da mesma forma, nós somos seres humanos, raça humana, feita originalmente para um propósito nobre: glorificar a Deus em tudo, conforme nos ensina a Bíblia, mas nem todos aceitam o potencial maravilhoso para o qual Deus os colocou no mundo. Isto é: nem todos "viram" pipoca.
O evento da transformação do milho em pipoca envolve o fogo, o calor. Isso nos fala das adversidades que vêm como fogo para nos queimar, e nos ensinam que elas têm um potencial transformador, gerador de novas vidas e novas experiências. Isso é encantador e me desperta o pensamento. Como o milho, nossa natureza é igual e nosso propósito é a transformação, mas nem todos se transformam, nem todos desabrocham. Quando as coisas apertam, quando o fogo está queimando, quando a provação avança, quando as dificuldades, doenças e atropelos da vida se tornam quase insuportáveis, todos "pulam que nem pipoca", mas nem todos se transformam nela. E os que não se rendem tornam-se os incômodos "piruás". Eles representam aquelas pessoas rígidas, convencionais, tradicionais, radicais na sua mesmice, que nunca mudam, nunca aprendem, nunca evoluem. Então, eu aprendo que o fogo queima em todas as panelas do mundo, não importa se você é rico ou pobre, preto ou branco, gordo ou magro. O fogo chega para todos, mas não tem o mesmo efeito sobre todos.
Você já parou pra analisar que o efeito da transformação desabrocha o milho ? Sim, é como se ele pusesse pra fora quem ele era antes, por dentro de sua casca dura. Aí, eu penso nas pessoas que não "viram" pipoca e imagino que isso se dá, ou porque não têm nada "macio e branco" por dentro pra mostrar, ou porque travam bem na hora da virada. E isso é desastroso porque a hora da virada passa e não tem volta, o que as torna ainda mais rígidas e resistentes pra sempre. Depois de ser piruá, não dá pra voltar a ser milho, muito menos ser pipoca. Devemos sempre lembrar que a transformação de milho em pipoca só acontece uma vez na vida de cada milho. Nem adianta pôr o piruá na panela de novo que ele só vai ficar pior. Nunca mais vai virar pipoca. E isso também acontece com as pessoas. Quem experimenta, se transforma, mas quem resiste, nunca mais se transforma. Vai de mal a pior.
A panela e o fogo ardente representam nossa existência comum, e não tem escape, não tem pra onde fugir. Nessas horas, o melhor a fazer é permitir-se à transformação, e isso, ao que parece, depende do próprio milho. Se não fora assim, os melhores cozinheiros jamais teriam piruás em suas panelas, e somente pipocas, fato que ainda não se registrou no mundo. Então, se fomos feitos para a transformação, não é produtivo (no amplo sentido da palavra) enrigecer e resistir ao calor do fogo, mas experimentar o estouro, a virada, a novidade, a beleza da transformação.
Em última análise, penso que a pipoca que se rende à transformação, muda integralmente: de dura, pontiaguda e feia, torna-se macia e bela, atraente e agradável, suave e palatável. Doce ou salgada (ao gosto do cliente) ela é degustada com satisfação, e faz muito bem à saúde. Da mesma forma, as pessoas que passam pelas agruras da vida e se rendem à melhorias internas (e até externas) que elas potencialmente nos oferecem, também se tornam belas, atraentes, solidárias, amigas, agradáveis e fazem bem à saúde (literalmente) dos outros e de si mesmas. Ao contrário, aquelas que resistem e se enrigecem, tornam-se intragáveis, desagradáveis, perigosas e fazem mal à saúde de todos que as cercam e mais ainda a si mesmas. São pessoas insociáveis porque permanecem como sempre foram, o que, ao longo da sua existência, as faz perceber (ou não) como são diferentes das demais, e vão ficando cada vez mais por baixo, porque as pipocas estouradas são também mais leves e vão se elevando, deixando os piruás para baixo . Qualquer mexidinha de leve na panela só faz os piruás irem mais para baixo e pipocas mais para cima. Não é interessante ? A própria sequência da vida vai elevando as pessoas transformadas, palatáveis e simpáticas e deixando cada vez mais pra baixo as que "viraram" piruás. Triste, mas real. É a famosa "seleção natural" (creio).
Por certo que estas ilustrações não são pra nos "pôr pra baixo", ao contrário, pra nos elevar, nos encorajar e nos estimular às mudanças. Seja pipoca, esteja aberto à transformações e lembre que elas costumam acontecer bem no meio da fornalha ardente. Então, encare o fogo com outros olhares. Renda-se às trasnformações benéficas das adversidades. Torne-se branco, macio e agradável. Seja quem Deus planejou que você fosse. Seja ensinável, maleável e renovável. E, se tiver alguns "piruás" perturbando ao seu redor, não os enxote pra longe, pois a própria vida se encarrega disso. Antes, encare-os como parte da "provação" da panela, que pode fazer de você uma pessoa melhor.
O evento da transformação do milho em pipoca envolve o fogo, o calor. Isso nos fala das adversidades que vêm como fogo para nos queimar, e nos ensinam que elas têm um potencial transformador, gerador de novas vidas e novas experiências. Isso é encantador e me desperta o pensamento. Como o milho, nossa natureza é igual e nosso propósito é a transformação, mas nem todos se transformam, nem todos desabrocham. Quando as coisas apertam, quando o fogo está queimando, quando a provação avança, quando as dificuldades, doenças e atropelos da vida se tornam quase insuportáveis, todos "pulam que nem pipoca", mas nem todos se transformam nela. E os que não se rendem tornam-se os incômodos "piruás". Eles representam aquelas pessoas rígidas, convencionais, tradicionais, radicais na sua mesmice, que nunca mudam, nunca aprendem, nunca evoluem. Então, eu aprendo que o fogo queima em todas as panelas do mundo, não importa se você é rico ou pobre, preto ou branco, gordo ou magro. O fogo chega para todos, mas não tem o mesmo efeito sobre todos.
Você já parou pra analisar que o efeito da transformação desabrocha o milho ? Sim, é como se ele pusesse pra fora quem ele era antes, por dentro de sua casca dura. Aí, eu penso nas pessoas que não "viram" pipoca e imagino que isso se dá, ou porque não têm nada "macio e branco" por dentro pra mostrar, ou porque travam bem na hora da virada. E isso é desastroso porque a hora da virada passa e não tem volta, o que as torna ainda mais rígidas e resistentes pra sempre. Depois de ser piruá, não dá pra voltar a ser milho, muito menos ser pipoca. Devemos sempre lembrar que a transformação de milho em pipoca só acontece uma vez na vida de cada milho. Nem adianta pôr o piruá na panela de novo que ele só vai ficar pior. Nunca mais vai virar pipoca. E isso também acontece com as pessoas. Quem experimenta, se transforma, mas quem resiste, nunca mais se transforma. Vai de mal a pior.
Em última análise, penso que a pipoca que se rende à transformação, muda integralmente: de dura, pontiaguda e feia, torna-se macia e bela, atraente e agradável, suave e palatável. Doce ou salgada (ao gosto do cliente) ela é degustada com satisfação, e faz muito bem à saúde. Da mesma forma, as pessoas que passam pelas agruras da vida e se rendem à melhorias internas (e até externas) que elas potencialmente nos oferecem, também se tornam belas, atraentes, solidárias, amigas, agradáveis e fazem bem à saúde (literalmente) dos outros e de si mesmas. Ao contrário, aquelas que resistem e se enrigecem, tornam-se intragáveis, desagradáveis, perigosas e fazem mal à saúde de todos que as cercam e mais ainda a si mesmas. São pessoas insociáveis porque permanecem como sempre foram, o que, ao longo da sua existência, as faz perceber (ou não) como são diferentes das demais, e vão ficando cada vez mais por baixo, porque as pipocas estouradas são também mais leves e vão se elevando, deixando os piruás para baixo . Qualquer mexidinha de leve na panela só faz os piruás irem mais para baixo e pipocas mais para cima. Não é interessante ? A própria sequência da vida vai elevando as pessoas transformadas, palatáveis e simpáticas e deixando cada vez mais pra baixo as que "viraram" piruás. Triste, mas real. É a famosa "seleção natural" (creio).
Por certo que estas ilustrações não são pra nos "pôr pra baixo", ao contrário, pra nos elevar, nos encorajar e nos estimular às mudanças. Seja pipoca, esteja aberto à transformações e lembre que elas costumam acontecer bem no meio da fornalha ardente. Então, encare o fogo com outros olhares. Renda-se às trasnformações benéficas das adversidades. Torne-se branco, macio e agradável. Seja quem Deus planejou que você fosse. Seja ensinável, maleável e renovável. E, se tiver alguns "piruás" perturbando ao seu redor, não os enxote pra longe, pois a própria vida se encarrega disso. Antes, encare-os como parte da "provação" da panela, que pode fazer de você uma pessoa melhor.
Um abraço a todas as pipocas... rsrsrs.
PS.: Só pra lembrar que a maior de todas as transformações acontece quando nos rendemos ao plano de salvação de Deus, através de Seu Filho Jesus. Entregue sua vida a Ele e você será uma "pipoca" bem branquinha, lavada pelo sangue de Jesus, preparada pra qualquer fogo da vida, mas para sempre salvo do fogo do inferno. Pense nisso...
PS.: Só pra lembrar que a maior de todas as transformações acontece quando nos rendemos ao plano de salvação de Deus, através de Seu Filho Jesus. Entregue sua vida a Ele e você será uma "pipoca" bem branquinha, lavada pelo sangue de Jesus, preparada pra qualquer fogo da vida, mas para sempre salvo do fogo do inferno. Pense nisso...
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