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Mostrando postagens de abril 12, 2015

ELE É BOM

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Deus não é apenas bom, Ele é o Criador da bondade. “E viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom.” Gn. 1.31. A bondade não é inata em nós; não existe fonte de bondade além de Deus. “Digo ao Senhor: Tu és o meu Senhor; além de ti não tenho outro bem.” Sl. 16.2 “Tu és bom e fazes o bem;...” Sl. 119.68 Dizer que Deus é bom é dizer que Ele é absolutamente puro, sem nenhuma insinuação de mal, nem mesmo neutralidade. No instante em que dizemos que Ele é menos do que bom, nós O vemos como menos do que Deus. Jesus define “bondade” numa palavra – Deus. “E eis que se aproximou dele um jovem, e lhe disse: Mestre, que bem farei para conseguir a vida eterna? Respondeu-lhe ele: Por que me perguntas sobre o que é bom? Um só é bom; mas se é que queres entrar na vida, guarda os mandamentos.” Mat. 19.16-17 Bondade não é uma das atividades parciais de Deus. “Dai graças ao Senhor, porque ele é bom; porque a sua benignidade dura para sempre.” Sl. 136....

QUALQUER UM, MENOS EU!

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  “Ele, porém, disse: Ah, Senhor! Peço-te que envies outro que queiras enviar.”  Êxodo 4.13 Moisés foi predestinado por Deus para ser o libertador do Povo de Israel da escravidão no Egito. Sua preservação ao nascer, sua formação e educação como um príncipe na corte egípcia, que o tornou preparado em todos as áreas do conhecimento de sua época, sua vivência de 40 anos no deserto de Midiã, tudo isso o preparou para ser o grande líder de que o povo precisava, para ser aquele que o conduziria em sua jornada de libertação e de transformação numa verdadeira nação. Entretanto, quando o próprio Deus se manifestou a ele para incumbi-lo dessa missão, ele se esquivou, argumentando não ser uma pessoa importante, não ser um bom orador e não ter credibilidade. É como se ele dissesse a Deus: “Logo eu, Senhor? Manda qualquer um, menos eu.” Esse é o sentido do versículo acima. Mas Deus respondeu a esses questionamentos e Moisés aceitou a missão. Daí por diante a história bíblica ...

A ASSINATURA DO CRIADOR

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Da mesma forma como um artista é conhecido por sua obra, Deus revela-se por meio da beleza de Sua criação. A beleza das coisas criadas são a assinatura do Criador. Os céus revelam a glória de Deus. A palavra “glória” vem do hebraico kabod , que significa literalmente “peso” com a conotação de importância. A glória de Deus é sua assinatura no mundo que Lhe pertence, na revelação de Si mesmo à Sua criação, a manifestação física de Sua divina presença e a aparência exterior de Sua majestade, preeminência e dignidade. Todos podem vislumbrar esse canal de revelação de Deus e, por isso, não podem ignorar o grande Criador que, com Sua presença, controla e, em última análise, determina os acontecimentos do mundo. A beleza da criação deve fazer com que todos prestem culto ao Criador e não à criação. “Pois os seus atributos invisíveis, o seu eterno poder e divindade, são claramente vistos desde a criação do mundo, sendo percebidos mediante as coisas criadas, de modo que ele...