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Mostrando postagens de julho 13, 2014

ABAIXO OS PADRÕES FAMILIARES RUINS

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  “E reinou três anos em Jerusalém; e era o nome de sua mãe Maaca, filha de Absalão. ” I Reis 15.2 Assim começa a triste história de um homem. Ele e seu irmão foram entregues para adoção. Ele nunca conheceu o pai. Nem o seu nome sabia. Eles não foram de fatos adotados. Eles foram abandonados. Transitaram de casa em casa, até serem separados. Os dois têm dificuldade em formar vínculos. Os dois têm dificuldade em lidar com as críticas. Os dois não convivem com as adversidades. Suas histórias não foram novas. Sua mãe foi alvo dos mesmos processos. A mãe deles também foi entregue. Nunca teve um lugar. Andou de casa em casa, de rua em rua. Teve os dois meninos de pais diferentes, pais cujos nomes não constam nos seus documentos de registros. A história de sua mãe repete a trajetória de sua avó. Sua avó só teve uma filha, a qual não quis criar. Entregou-a também para quem quisesse cuidar. Três gerações com um mesmo comportamento. Três gerações com um mesmo sentimento...

SAÍDAS DE EMERGÊNCIA

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Quantas vezes dizemos: "Eu não aguento mais!”? Isso não significa que o combustível acabou, mas que já estamos na reserva, a luz amarela acendeu e o máximo que podemos ir é um pouco mais adiante. Porém, devemos ter muito cuidado ao dizê-lo, pois nossas palavras têm um poder extraordinário sobre nossa mente e sentimentos. Elas podem nos animar ou nos desanimar. Elas podem nos revigorar as forças ou nos convencer de que estamos totalmente derrotados. Jesus sabe exatamente o que é sentir-se na “reserva”. Certa vez, Ele disse: “Então lhes disse: A minha alma está cheia de tristeza até a morte; ficai aqui, e velai comigo. E, indo um pouco mais para diante, prostrou-se sobre o seu rosto, orando e dizendo: Meu Pai, se é possível, passe de mim este cálice; todavia, não seja como eu quero, mas como Tu queres.” Mt. 26.38, 39 A angústia de Jesus era tanta, por saber que a cruz o esperava, que Ele sentia o gosto da morte em sua alma. Então, pôs-se a orar. Tem horas que a...

UM ASSALTO DIFERENTE

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Como costumava fazer todas as noites, na volta de seus filhos da Faculdade, pastor Jorge estava orando com a família quando, de repente, entrou pela porta dos fundos de sua casa um assaltante com arma engatilhada e anunciou o assalto. O ladrão foi logo avisando que nenhum mal faria a ninguém, só queria dinheiro, joias, dólares, armas. Controlado, o pastor disse ao algoz que tudo o que ele possuía estaria à sua disposição, recebera tudo das mãos do Senhor, ninguém reagiria, só que ali, naquela casa nada se fazia, sem oração. Pediu ao ladrão para deixar a arma em cima da mesa, para darem as mãos e orarem, antes do assalto. O ladrão ficou atordoado, meio sem direção. Assim foi feito. O pastor fez uma oração, pedindo a Deus para abençoar o “trabalho” daquele homem. Ao dizer amém, o ladrão estava tremendo muito, desorientado e disse ao pastor que não iria assaltá-lo. Disse ainda que já havia um amigo do bando, dentro do carro do pastor, lá fora, mas que faria de tudo para convencê-...

PROFECIAS QUE NÃO DEVEMOS OUVIR

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“Então o rei de Israel reuniu os profetas até quase quatrocentos homens, e disse-lhes: Irei à peleja contra Ramote de Gileade, ou deixarei de ir? E eles disseram: Sobe, porque o Senhor a entregará na mão do rei.  Disse, porém, Jeosafá: Não há aqui ainda algum profeta do Senhor, ao qual possamos consultar? Então disse o rei de Israel a Jeosafá: Ainda há um homem por quem podemos consultar ao Senhor; porém eu o odeio, porque nunca profetiza de mim o que é bom, mas só o mal; este é Micaías, filho de Inlá. E disse Jeosafá: Não fale o rei assim.” I Reis 22.6-8 Gostamos de ouvir coisas boas sobre nós mesmos e nosso futuro. Nossos ouvidos saboreiam palavras doces sobre um futuro brilhante e promissor. Gostamos que as pessoas, diante dos nossos projetos, nos garantam que vão dar certo. Gostamos de escutar que, estando doentes, vamos ficar bons. E quem não gosta? Essas palavras não são necessariamente ruins. Mas devemos tomar cuidado com elas. Precisamos avaliar a intenção de que...