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O que é um verdadeiro amigo?

Ofegante, um soldado dirige-se ao seu comandante: _ Meu amigo não voltou do campo de batalha. Comandante, solicito autorização para ir buscá-lo. O comandante responde: _ Autorização negada! Não quero que você arrisque a vida por um homem que, provavelmente, já está morto! O soldado, ignorando a proibição, saiu em direção ao campo de batalha. Uma hora mais tarde voltou extremamente ferido, transportando o corpo de seu amigo. O comandante estava furioso: _ Eu não lhe disse?! Avisei que ele estaria morto! Você desrespeitou minha ordem e também quase morreu! Diga-me, valeu a pena ir até lá para trazer um cadáver? E o soldado, moribundo, respondeu: _ Claro que sim, senhor! Quando o encontrei, ele ainda estava vivo e disse-me: _ Tinha certeza que você voltaria para me buscar! Um amigo de verdade é aquele que chega quando todos já se foram... Carlos Hilsdorf Pense nisso! Se gostou, deixe seu comentário e compartilhe com seus amigos. Conheça também... www.prospera...

Subindo no ônibus

Um dia um homem já de certa idade abordou um ônibus. Enquanto subia, um de seus sapatos escorregou para o lado de fora... A porta se fechou e o ônibus saiu; então ficou incapaz de recuperá-lo. O homem terminou de subir a escada, calçando um só sapato, procurou a primeira janela aberta, retirou seu outro sapato e jogou-o pela janela. Um rapaz no ônibus, vendo o que aconteceu, perguntou: _ Notei o que o senhor fez. Por que jogou fora seu outro sapato? O homem prontamente respondeu: _ Para que quem os encontrar seja capaz de usá-los. Provavelmente apenas alguém necessitado dará importância a um par de sapatos usados encontrados na rua. E de nada lhe adiantará apenas um pé de sapato. O homem mostrou ao jovem que não vale a pena agarrar-se a algo simplesmente por possuí-lo e nem porque você não deseja que outro o tenha. Perdemos coisas o tempo todo. A perda pode nos parecer penosa e injusta inicialmente, mas a perda só acontece para que mudanças, na maioria das vezes positivas, possam...

A Transfusão

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Há muitos anos atrás, quando eu trabalhava como enfermeiro em um hospital, eu conheci uma menininha de uns 2 ou 3 anos de idade chamada Liz. Ela sofria de uma terrível e rara doença. A única chance de recuperação parecia ser através de uma transfusão de sangue do irmão mais velho dela, de apenas 5 anos que, milagrosamente, tinha sobrevivido à mesma doença e parecia ter, então, desenvolvido os anticorpos necessários para combatê-la. O médico explicou toda a situ ação para o menino e para a família e perguntou, então, se ele aceitava doar o sangue dele para a irmã. Eu vi ele hesitar um pouco, mas depois de uma profunda respiração ele disse: _ Tá certo, eu topo já que é para salvá-la... Os médicos levaram os dois para uma sala preparada para a transfusão, e os deitaram em duas camas, lado a lado. À medida que a transfusão foi progredindo, o garotinho começou a sorrir, assim como nós também, ao vermos as bochechas da pequena Liz voltarem a ter cor. De repente, o sorriso dele...

Quanto vale o serviço?

Seu Nestor estava radiante! Havia acabado de chegar o novo computador de que sua padaria tanto precisava. Ligeiramente, abriu a caixa, pegou o manual e começou a instalação do computador. Feliz da vida, terminou a instalação, testou os programas, a impressora. Tudo funcionando... Bom, quase tudo... Ele não conseguia fazer o computador entrar na rede da loja, para se comunicar com os demais computadores da padaria e acessar a internet. Resolveu então c hamar um técnico de informática, ligando para uma empresa especializada. Em pouco tempo, chegou Marcelo, o técnico, rapaz sério e dedicado. Dirigiu-se ao computador, calmamente, olhou as conexões, cabos, tudo parecia certo. Começou a checar as configurações da máquina e da placa de rede, buscando os ajustes para que tudo funcionasse perfeitamente. Com apenas alguns cliques no mouse, corrigiu a configuração e pronto! O computador estava interligado aos demais e acessando a internet! Terminado o trabalho, Marcelo disse: - Pronto, seu ...

A FÓRMULA DA JUVENTUDE

Dona Gertrudes, 92 anos, era uma senhora elegante e bem vestida. Estava de mudança para uma casa de repouso, pois o marido com quem vivera 70 anos havia falecido e ela ficou só. Depois de esperar pacientemente por uma hora na sala de visitas, ela ainda deu um lindo sorriso quando uma atendente veio dizer que seu quarto estava pronto. A caminho do seu novo quarto, a atendente ia descrevendo os detalhes, inclusive as cortinas de tecido florido que enfeit avam a janela. - Ah, eu adoro essas cortinas – disse ela com o entusiasmo de uma garotinha. - Mas a senhora ainda nem viu seu quarto – disse a atendente. - Nem preciso ver – respondeu ela – Felicidade é algo que você decide por princípio. E eu já decidi que vou adorar! É uma decisão que tomo todo dia quando acordo. Eu tenho duas escolhas: Posso passar o dia inteiro na cama reclamando das dificuldades que tenho em certas partes do meu corpo, ou posso levantar da cama agradecendo pelas outras partes que ainda me obedecem. Cada dia é u...

Uma lição de humildade e respeito ao próximo

Durante o terceiro mês na faculdade de Administração, nosso professor nos deu um questionário. Eu era bom aluno e respondi rápido todas as questões até chegar a última que era: “Qual o nome da mulher que faz a limpeza da escola?” Sinceramente, isso parecia uma piada. Eu já tinha visto a tal mulher várias vezes. Ela era alta, cabelo escuro, lá pelos seus 50 anos, mas como eu ia saber o nome dela? Eu entreguei minha prova deixando essa questão em branco e um pouco antes da aula terminar, um aluno perguntou se a última pergunta da prova ia contar na nota. - É claro! - Respondeu o professor. Mas, por quê? – perguntou o aluno. E o professor respondeu: - Na sua carreira, você encontrará muitas pessoas. Todas têm seu grau de importância. Elas merecem sua atenção mesmo que seja com um simples sorriso ou um simples “Bom dia”. Eu nunca mais esqueci essa lição e também acabei aprendendo que o nome dela era Dorothy. (autor norte-americano desconhecido) Que inspirados por este excelent...

O urso

Um dia dois viajantes caminhavam por uma estrada no meio de uma floresta. De repente, ouviram um barulho que parecia ser de um grande animal. Viraram para trás e perceberam que um enorme urso os seguia. Um dos homens, rapidamente escalou uma árvore à beira do caminho e lá em cima estava a salvo. O outro, que não tinha tanta habilidade, logo viu que não conseguiria subir na árvore. Enfrentar o animal seria impossível. Percebendo que não tinha como fugir e não via onde se esconder resolveu jogar-se no chão e se fingir de morto. Ficou ali imóvel, mas suando frio. Ele estava morrendo de medo por dentro. O urso se aproximou dele, deu uma volta completa no homem, empurrou com uma das patas o corpo do viajante e começou a cheirar sua orelha. Convencido de que estava morto, foi embora. O amigo começou a descer da árvore e perguntou: - O que o urso estava cochichando em seu ouvido? - Ora, ele só me disse para pensar duas vezes antes de sair por aí viajando com gente que abandona os amig...