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“Amor de Deus e amor de gente” (De Raquel Roque)

Por que amamos mais alguns do que outros? Por que nos dedicamos mais a algumas pessoas do que a outras? Por que certas pessoas conseguem amar sem serem amadas? Ou amar seus inimigos? É simples. É porque temos duas naturezas dentro de nós, a do amor divino e a do amor humano. Entenda. Nós somos pessoas feitas do pó da terra, por isso nos comportamos como ela. Quando Deus criou o homem, formou-o do barro e soprou em suas narinas, dando-lhe o fôlego de vida. Então o homem passou a ter duas naturezas: a natureza da terra, do barro, do pó da terra. É a natureza de tudo que foi criado e do que é finito. Por isso possui também um amor finito e condicional. Mas o homem também possui a natureza divina. Então, ele pode possuir e manifestar um amor infinito e incondicional. Em outras questões também funciona assim, mas no diz respeito ao amor, podemos nos comportar sob as duas naturezas. Quando amamos sob a natureza da terra, do barro do qual fomos formados, nos comportamos segundo...

A Espada Mágica

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Existe uma história muito, muito antiga, do tempo dos cavaleiros em brilhantes armaduras, sobre um jovem comum que tinha medo de testar sua habilidade com as armas, no torneio local. Certo dia, seus amigos quiseram fazer uma brincadeira com ele e lhe deram de presente uma espada, dizendo que tinha um poder mágico muito antigo. O homem que a empunhasse jamais seria derrotado em combate. Para surpresa deles, o jovem correu para o torneio e pôs em uso o presente, ganhando todos os embates. Ninguém jamais vira tanta velocidade e ousadia na espada. A cada torneio, a notícia de sua maestria se espalhava, e não tardou a ser ovacionado como o primeiro cavaleiro do reino. Por fim, achando que não faria mal nenhum, um dos seus amigos revelou a brincadeira, confessando que o instrumento não tinha nada de mágico, era só uma espada comum. Imediatamente o jovem cavaleiro foi dominado pelo terror. De pé na extremidade da área de combate, as pernas tremeram, a respiração ficou presa na gar...

A pérola

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Vitor era um garoto de dez anos de idade. Era divertido e estava sempre alegre. Mas um dia chegou em casa muito triste, por algo que aconteceu na escola e que o magoou demais. Não quis almoçar, se fechou no quarto e não saiu da cama até de noite. Antes de dormir, seu pai o procurou no quarto: _ O que aconteceu filho? O garoto respondeu, soluçando de tanto chorar: _ Um menino do colégio fez uma brincadeira que me magoou demais. Estou muito triste, dói até o coração, pai. O pai, então, resolveu lhe contar uma história: _ Filho, pode estar doendo agora, eu sei, mas pode ser um aprendizado pelo qual você precisa passar. Vou contar-lhe algo sobre as ostras... Uma ostra que não foi ferida jamais produzirá pérolas. A pérola é uma ferida curada. Pérolas para as ostras são produtos da dor, resultados da entrada de substâncias estranhas ou indesejáveis no seu interior, assim como um parasita ou um grão de areia. A ostra possui na parte interna da concha uma substância lustrosa chamada ...

CUIDADO COM SEU TEMPERAMENTO

A pessoa mais difícil de se relacionar é aquela que você vê diante do espelho. Muitas pessoas não conseguem se dominar. São destemperadas emocionalmente. Falam o que não gostariam de falar e usam um tom de voz que não gostariam de usar. Ferem as pessoas que mais amam, porque não têm domínio próprio. São violentas nas palavras e agressivas nas atitudes. A Bíblia diz que o homem que domina a si mesmo é mais forte do aquele que conquista uma cidade. O domínio próprio é fruto do Espírito. Quando o Espírito de Deus domina nosso temperamento, então, tornamo-nos comedidos nas palavras e sensatos nas atitudes. Hernandes Dias Lopes Pense nisso! Se você foi edificado, divida com alguém esta benção. Compartilhe! E conheça também www.prospera-te.blogspot.com.br

A aluna Rosa

No primeiro dia de aula da universidade, o professor se apresentou e nos desafiou a que nos apresentássemos a alguém que não conhecêssemos ainda. Eu fiquei em pé para olhar ao redor quando uma mão suave tocou meu ombro. Olhei para trás e vi uma pequena senhora, de bastante idade, sorrindo radiante para mim, com um sorriso que iluminava todo o seu ser. Ela disse: _ Hei, bonitão. Meu nome é Rosa. Eu tenho oitenta anos de idade. Posso te dar um abraço? _ Eu ri, e respondi entusiasticamente: _ É claro que pode! _ e ela me deu um gigantesco apertão. _ Por que você está na faculdade? - perguntei. Ela respondeu brincalhona: _ Estou aqui para encontrar um marido rico, casar, ter um casal de filhos, e então me aposentar e viajar. _ Está brincando _ eu disse. Eu estava curioso em saber o que a havia motivado a entrar neste desafio com a sua idade, e ela disse: _ Eu sempre sonhei em ter um estudo universitário, e agora estou tendo um! Após a aula nós caminhamos para o prédio da união d...

Televisão

A cada dia que passa eu não consigo mais assistir televisão.   São poucos os programas de televisão que fazem as pessoas pensarem, como o Discovery Education e Discovery Channel, que são canais super educativos, mas infelizmente nem todos têm condições de pagar. Nos canais abertos são os jornais que, em um minuto ou menos, querem que você entenda sobre um determinado assunto, como por exemplo, sobre a bolsa de valores. Se a pessoa não pesquisar antes, ou não tenha ouvido do assunto mais detalhadamente, ou não   seja da área, não entende nada do que está sendo falado ali, e, se entende, fica cheio de questionamentos na cabeça. Os próprios jornalistas apresentam o assunto como se fosse uma coisa chata, dentre outros assuntos que são mais interessantes. É todo ano a mesma coisa! São esses comentaristas falando mal de todos e elogiando poucos, argumentando os trabalhos dos técnicos de seleções ou de clubes, se dizendo muito conhecedores no assunto... Obs.: Se chamar qualquer u...

O lençol da Vizinha

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Um casal acabava de mudar para a nova casa. Tomavam juntos o primeiro café da manhã quando a esposa viu pela vidraça sua vizinha estendendo roupa: - Veja, querido, o lençol está todo sujo. Ela está colocando para secar e nem lavou direito. Que desleixo! - Deixe a moça, querida, cada um vive como quer... No dia seguinte, a cena se repete: - Querido, olha, de novo: os lençóis estão imundos! Devem ter caído no chão e ela os está pondo para secar. Não posso acreditar. Vou lá conversar com ela e dizer que isso está errado. - Deixe a moça, querida, o lençol é dela e não devemos arrumar encrenca com os vizinhos. No café da manhã seguinte, o casal conversava quando, ao olhar pela vidraça, a esposa disse: - Querido, veja! Os lençóis estão perfeitos hoje, brancos como o dia. Você conversou com ela? Chamou-lhe atenção? O marido, com o olhar um pouco constrangido, explica: - Não foi bem isso que aconteceu... Sabe, querida, a sujeira que você via não estava no lençol dela. Hoje eu acordei...